oxi, não achei os outros.. sumiram dos drafts ))):

enfim, só tem esse hUAHUAH

fiz no 2º ano.. não lembro o título que coloquei.. rs

Já era fim de tarde quando eu cheguei na minha cabine do navio. Eu estava tão ansioso por esse cruzeiro que ainda não sabia o que fazer primeiro. Resolvi então tomar um banho e descansar um pouco e depois pensaria nisso.

Quando acordei, já não entrava mais luz pela janela circular da cabine. Já era noite. Peguei meu relógio de pulso que deixara em cima da mesa de cabeceira. Ele marcava exatamente vinte e duas horas e trinta minutos. Foi quando eu senti um tremor muito forte, o que me fez cair de novo na cama. A sirene do navio começou a buzinar repetidamente. O navio havia se chocado em uma rocha imersa e seu casco se rachou.

Não pensei duas vezes antes de sair pela porta da cabine e correr em direção ao andar onde está a piscina. O problema é que eu não conhecia o caminho, o que atrapalhava um pouco.

Após alguns corredores que virei já não tinha ideia de onde estava. A luz já não funcionava muito bem. Fiquei desesperado, o que não ajudou muito. Perguntei para as poucas pessoas que encontrava mas nenhuma delas sabia como chegar lá - eram todos turistas que acabaram de chegar ao navio, como eu.

O importante é que no final - não me pergunte como - eu me dei de cara com uma porta onde havia uma inscrição:

Pool deck

Não sei porquê, mas demorei alguns segundos para abri-la.

Quando saí pelo outro lado, não encontrei ninguém. Mas percebi que, talvez, eu estivesse com sorte naquele dia - ou não. Em um canto, haviam várias boias salva-vidas atiradas e, no meio da bagunça, um bote inflável.

O navio já estava afundando a um bom tempo, me deixando bem próximo da altura do oceano. Não sei porque fiz isso, mas peguei o bote salva-vidas e uma boia e pulei na água. Enchi o bote e entrei nele. Depois de um tempo deitado olhando para a Lua, me perguntei do porquê de ter pulado na água. Acho que deveria ter esperado mais, ou coisa parecida. Mas então eu peguei no sono e acabei sem pensar muito no assunto.

                                                      …

Quando acordei já havia amanhecido. O Sol esquentava meu rosto, e a água do mar respingava dando uma certa sensação gostosa. Foi quando eu percebi que estava em uma praia. O mar havia me levado até uma ilha.

Levantei do bote e olhei em direção ao centro da ilha. Só se via florestas. Nenhum sinal de construções ou algo parecido. Gritei algumas vezes - sem esperança - a procura de algum habitante da ilha. Ninguém respondeu.

Voltei, então, para onde estava meu bote. O arrastei até abaixo de algumas árvores para me proteger do Sol. Pensei um pouco no que havia acontecido, então percebi que estava cheio de fome. Amarrei o bote em minha cintura com uma corda que estava preso a ele e saí a procura de comida.

Andei por, talvez, umas 2 horas pelo litoral da ilha. Encontrei apenas cocos e alguns frutos que não conhecia. Recolhi tudo que consegui, enchendo o bote. Parei, então na primeira sombra que vi e sentei. Estava exausto. Agora teria que arranjar uma maneira de quebrar os cocos. Peguei uma pedra que estava ao meu lado e a raspei em uma maior, tentando criar uma ponta fina. Levou um tempo mas consegui.

Após beber a água de coco, peguei um dos frutos para comer, mas não tive coragem. Ele possuía um cheio muito diferente, e nada atraente. Imaginei que se eu não tivesse entrado naquele navio nada disso teria acontecido. Eu realmente gostaria de nunca ter pensado em fazer esse cruzeiro.

Eu estava tão cansado que mal conseguia pensar. Preferi tentar descansar um pouco. Mas quando deitei, me apoiei em uma pedra, que se deslocou e deixou a vista um objeto redondo e transparente. Era uma lâmpada. Mas como essa lâmpada foi parar lá? Não sei. Só sei que quando eu a peguei ela ascendeu. Simplesmente ascendeu. Era uma lâmpada mágica.

Foi quando, de uma hora para a outra, tudo ficou escuro e eu me vi deitado na cama da minha cabine do navio. A luz estava acesa e na porta havia uma mulher. Eu não a conhecia mas isso não importa. O que importa é que tudo aquilo foi apenas um pesadelo. Um pesadelo bastante real.

agora alguns textos que eu digitei no tumblr pra depois passar pro papel rs

só avisando, nesse tumblr vou postar um monte de merda. se quiser ler, não me importo. mas ele é pra mim, estou escrevendo por escrever - eu acho. so, whatever :)

Há dias que nada se consegue escrever. Como hoje. Tenho de escrever uma crônica a partir de algo que aconteceu. Uma SIMPLES NARRAÇÃO. Acho que por ser assim tão simples eu não consigo fazer. Não chego a um consenso de que fato eu usarei. Já tentei começar duas redações, até desistir e vir para cá. Escrever qualquer coisa que aparecer na minha cabeça e ver se me ajuda a pensar em uma crônica. Acho que não vai ajudar… Bom, não custa tentar. :s

O simples é foda véi. A gente chega facilmente às nuvens, mas não consegue ficar no chão. Vá entender…

Para fazer antes de morrer…
  • pintar um quadro
  • aprender a tocar o máximo de instrumentos possíveis
  • aprender a tocar pelo menos violão.. kk
  • ter um amigo com quem eu possa contar e que faça parte da minha vida
  • ler, ler e ler.
  • amar e ser amado
  • aprender a cantar 1.000 músicas. sabê-las de cór!
  • trabalhar com o que eu amo
  • fazer o bem
  • pular de paraquedas
  • sonhar.
  • aprender a surfar
  • tocar guitarra e bateria - pelo menos uma vez.
  • compôr uma música e criar sua melodia
  • ser mais “eu”
  • tentar não se preocupar com o que os outros pensam
  • rir até a barriga doer =DDDDD
  • morrer de amor
  • ouvir mais de 10 mil músicas e gostar delas!
  • ser feliz. =D
As pessoas são lembradas pelos sentimentos que despertaram em nós… E quanto maior o sentimento, maior se torna a pessoa. Caio Fernando Abreu. 
(via p-oeta)

(Source: romantizar, via un-re4lity)

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